quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

>>>>>RESUMO OS LUSÍADAS

RESUMO OS LUSÍADAS
Nesse poema épico escrito por Luiz Vaz de Camões, os navegadores portugueses em direção às Índias são coincididos às proezas de heróis da Antiguidade greco-latina.
Os Lusíadas, grande poema épico foi divulgado durante o Renascimento em Portugal. Nesse momento, os escritores procuravam sua criação na cultura da Antiguidade greco-latina. Eneida, de Virgílio, que conta o surgimento de Roma e outros heroicos de Enéias, e a Odisseia, de Homero, que conta às aventuras do falacioso Ulisses, ficou seguramente as maiores distâncias de Camões.
Em dez cantos, com subdivisões em estrofes de oito versos, O Lusíada aborda as viagens dos portugueses por “oceanos nunca antes trafegados”. Um dos atributos da épica é a narração de casos históricos ou lendários de heróis que têm característica significante. 
No gênero épico, o “componente de tensão” obscurecer-se e aparece em seu lugar o “componente retardador”. Os papéis épicos não têm um incremento psicológico formado. Eles adotam seus atributos básicos, que não transformam no transcorrer da história. A épica precisa ser lida, assim, de jeito quieto e cuidadoso, como uma experiência arriscada que se acontece em câmera lenta. 
O poema é composto por 1.102 estrofes de oito versos o que procede em um total de 8.816 versos. Camões empregou em sua obra apenas versos decassílabos, consistir de dez sílabas métricas. Os versos eram apreciados como conceito novo e foi movido da Itália para Portugal por Sá de Miranda, em 1527, episódio que marca o começo do classicismo português.
Além disso, o autor colocou na obra distintas rimas internas, o que origina resultados de assonância e aliteração.
Portanto a Odisseia, de Homero, a poesia de Camões possui cinco partes. Na Proposição que surge no Canto I, da primeira à terceira estrofe, o escritor nos mostrar-se o tema de seu poema a viagem de Vasco da Gama às Índias e os triunfos do povo português, conduzido por seus reis, que expandir-se a fé cristã pelo mundo. 
A segunda parte ainda no Canto I, quarta e quinta estrofes incide na invocação das musas do rio Tejo, as Tágides. Essa é mais uma sugestão de que Camões afastar-se seu padrão da cultura greco-latina.
Para os gregos, o poeta era uma máquina de uma coragem superior. Na Dedicatória Canto I, da estrofe 6 a 17, o autor, depois numerosos consagrações, consagra a obra ao rei dom Sebastião, a quem acredita a apêndice dos triunfos e incorrer que serão narradas. Na Narração, o poema propriamente se amplia do Canto I, estrofe 18, ao Canto X, estrofe 144. Nela, é narrada a viagem por mar de Vasco da Gama às Índias e os triunfos da narrativa heroica de Portugal.
O Epílogo Canto X, estrofes 145 a 156 incide num choro do poeta, que, ao deparar com a dura realidade do reino português, já não vê muitas glórias no destino de seu povo e se ofender-se de que sua “voz enrouquecida” não seja ouvida com mais precaução. 
Em Calecute, os portugueses são submergidos em mais uma trama de Baco, que havia levado o Samorim a afastar Vasco da Gama de seus cúmplices e prendê-lo. O capitão consegue fugir mediante o prestação de compra, o que vale uma análise do narrador à contrafação dos homens pelo dinheiro.
A derradeira aventura dos argonautas portugueses é sua inspeção à Ilha dos Amores, já no desando a Portugal. Vênus organiza admiráveis impressões para os visitadores.
Há três episódios em Os Lusíadas que requer realce por seu valor o de Inês de Castro, o do Velho do Restelo e o do Gigante Adamastor.
O episódio de Inês de Castro surge no Canto III, segundo o conto de Vasco da Gama ao governante de Melinde. Debater a história do amor impedido de Inês, dama de corporação da rainha, pelo príncipe dom Pedro. Ao saber da envoltura do príncipe com ela e aflito com a ameaça política dada por Inês, que tinha afinidade com a nobreza de Castela, o rei dom Afonso manda assassinar a jovem.

O episódio do Gigante Adamastor no Canto V. Ele surge quando Vasco da Gama e seus marinheiros se conduzem ao Cabo das Tormentas, ou Cabo da Boa Esperança, personificado pela forma de Adamastor. Esse gigantesco da lenda grega se enamorar pela ninfa Tétis, que o recusara. 
Peleu, o cônjuge de Tétis, modificar-se então o gigante em rocha. Mais uma narrativa de Camões em que o amor, “grosseiro e cruel”, origens a desgraça a quem se deixa desviar por ele.


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